Arquivo da categoria: Livros

Piores invenções da história

Nota: 9.

Resumo:

“Eu não falhei. Apenas descobri dez mil soluções que não funcionavam.” – Thomas Edison, inventor Durante muito tempo, acreditamos que a capacidade de produzir e utilizar ferramentas era o que nos distinguia dos animais. Hoje se sabe que várias outras espécies também são capazes de fazer isso, mas não resta dúvida de que o ser humano possui uma inventividade inigualável para descobrir novas maneiras de melhorar sua vida – e, às vezes, de destruí-la. Você encontrará aqui as mais malfadadas invenções que o homem já foi capaz de criar. Algumas fracassaram comercialmente (como os veículos híbridos humano-elétricos), outras trouxeram consequências imprevistas e arruinaram milhares de vidas (como a talidomida e a heroína). Algumas mataram o próprio inventor (como o voo com propulsão humana), outras dizimaram populações inteiras (como a bomba atômica). E há também aquelas que simplesmente não trouxeram benefício algum (como o fast-food e o refrigerante). Apresentado em ordem cronológica, este livro lança luz sobre o trabalho de célebres cientistas como Leonardo da Vinci, bem como de dezenas de outros desconhecidos que, com a intenção de criar algo novo, acabaram causando sérios problemas para a humanidade.

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38 estratégias para vencer qualquer debate: A arte de ter razão

Nota: 9.

Resumo:

A forma como nos comportamos socialmente não mudou muito desde Aristóteles. Partindo dos escritos do pensador grego, Schopenhauer desenvolve em sua Dialética Erística, 38 estratégias sobre a arte de vencer um oponente num debate não importando os meios.
E, para isso, mostra os ardis da maior ferramenta que todos possuímos, a palavra. Usar argumentos e estratégias certas numa conversa é uma arma poderosa em qualquer momento.
E tanto vale para quem quer reforçar um talento, evitar ciladas dialéticas, ou simplesmente estar bem preparado para negociações ou qualquer outra ocasião que exija argumentação… o que
acontece em todos os momentos da vida.
Essas estratégias não foram inventadas por Schopenhauer. Seu trabalho foi identifica-las, reuni-las de modo coerente, mostrando como são utilizadas, em quais momentos elas surgem em meio a uma discussão, de modo que você possa utilizar-se deste livro até mesmo para desmascarar o uso das estratégias.
Em discussões, o objetivo de todos é persuadir. No entanto, o melhor resultado é obtido pela pessoa mais hábil em manter a sua posição. Esta obra cataloga os truques utilizados por profissionais de todas as áreas. Pode ser que você esteja com a razão, mas, uma vez que você entre num debate, estar certo não é o suficiente.
Você precisa conhecer os movimentos dessa arte para ter força no jogo.
Este livro ensinará tudo o que você precisa saber.

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Programming Elixir 1.6

Nota: 10.

This book is the introduction to Elixir for experienced programmers, completely updated for Elixir 1.6 and beyond. Explore functional programming without the academic overtones (tell me about monads just one more time). Create concurrent applications, but get them right without all the locking and consistency headaches. Meet Elixir, a modern, functional, concurrent language built on the rock-solid Erlang VM. Elixir’s pragmatic syntax and built-in support for metaprogramming will make you productive and keep you interested for the long haul. Maybe the time is right for the Next Big Thing. Maybe it’s Elixir.

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A arte de dar feedback

Nota: 9

MOTIVE SUA EQUIPE. MELHORE A COMUNICAÇÃO. ESTABELEÇA OBJETIVOS CLAROS.

Indispensável para profissionais de todas as áreas e níveis de experiência, este livro tem o selo de qualidade Harvard Business Review – um dos nomes mais fortes do mundo na área de negócios – e comprova que é possível dar uma guinada na carreira com passos simples, eliminando os problemas que estão tirando seu sono.

Não se estresse mais na hora de dar feedback!

Para ajudar as pessoas a atingirem as metas e realizarem seu potencial, você precisa fornecer feedback regularmente. Mas a tensão de falar sobre questões delicadas pode ser esmagadora.

Como passar a mensagem adequada para que ela seja não apenas bem recebida, como também capaz de motivar e incentivar as mudanças necessárias?

A arte de dar feedback fornece conselhos práticos para transformar qualquer conversa sobre desempenho – de atualizações semanais a avaliações anuais – em uma oportunidade de crescimento e desenvolvimento.

Não importa se você quer reconhecer um trabalho exemplar ou abordar problemas de comportamento, neste livro você encontra dicas certeiras para promover o melhor da sua equipe. Aprenda a:

• conquistar a confiança de seus subordinados diretos

• incluir feedback nas suas interações diárias com eles

• transformar as avaliações anuais em catalisadores de crescimento

• avaliar o desempenho de forma justa

• enfatizar a melhoria e as conquistas, mesmo na hora de criticar

• reagir com calma a alguém que fica na defensiva

• reconhecer e motivar os destaques da equipe

• criar planos de desenvolvimento individualizados

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Guia politicamente incorreto da América Latina

Nota: 8

Novo livro de Leandro Narloch, escrito em parceria com o repórter Duda Teixeira, mostra verdades desagradáveis que os livros de história omitem Continuação do sucesso editorial Guia politicamente incorreto da história do Brasil, o livro – que já está em primeiro lugar na lista dos mais vendidos da revista Veja – ataca figuras sagradas da América Latina e desconstrói velhos discursos que marcam a história do continente. Os principais alvos do Guia politicamente incorreto da América Latina são Che Guevara, Juan e Evita Perón, Simón Bolívar, Salvador Allende, Pancho Villa, os incas, os astecas, os maias e os rebeldes negros que protagonizaram a Revolução do Haiti. O objetivo, mais uma vez, é expor os erros cometidos pelos heróis da bondade e as virtudes daqueles considerados vilões. “Não há aqui destaque para veias abertas do continente, mas para feridas devidamente tratadas e curadas com a ajuda de grandes potências”, diz a apresentação do livro. Para cumprir a missão, o autor Leandro Narloch se aliou ao repórter Duda Teixeira, que há cinco anos atravessa fronteiras fazendo reportagens e entrevistas com os principais líderes políticos da América Latina. O contato entre índios e europeus continua sendo um dos principais assuntos da série. Os dois autores mostram que boa parte dos povos indígenas, tanto nos Andes quanto no México, comemorou a chegada dos conquistadores espanhóis e a vitória deles sobre osimperadores nativos. Nos Andes, os incas impunham um império que levava povos andinos a fazer migrações forçadas e a aceitar símbolos religiosos estrangeiros. No México, os astecas criaram um estado de horror ao atacar povos vizinhos para conseguir vítimas de seus rituais de sacrifício. “É difícil encontrar, entre todos os continentes, entre todas as épocas, uma civilização mais obcecada por cerimônias de morte que os astecas”, afirmam Leandro Narloch e Duda Teixeira. Para contar histórias ocultas da escravidão negra na América Latina, os autores se concentraram na Revolução do Haiti, de 1791, a única revolta escrava vitoriosa na América. Os jornalistas mostram que os principais líderes da revolução eram, eles próprios, escravistas. Atacavam grupos de negros para vendê-los como escravos em troca de pólvora e de dinheiro, aliaram-se a monarquias escravistas e reavivaram a escravidão quando tomaram o poder. Mais que apenas acusar esses personagens, o livro traz análises do modo de pensar e do contexto decada época. O objetivo é explicar por que rebeldes e heróis tomaram atitudes que parecem tão estranhas aos olhos de hoje. O maior destaque do livro foi reservado a líderes socialistas tão admirados hoje em dia, como Che Guevara, Fidel Castro e Salvador Allende. Os autores exploram uma grande contradiçãoenvolvendo o guerrilheiro argentino e seus fãs. “Che lutou contra as bandeiras que os seus admiradores mais defendem”, afirmam. O livro descreve as execuções sem julgamento promovidas pelo guerrilheiro em Cuba, a perseguição a jovensroqueiros, hippies e gays, a vontade de Che de começar uma guerra nuclear esuas trapalhadas econômicas que tanto mal fariam aos cubanos. “Quem nutre sentimentos politicamente corretos em favor da paz, dos direitos humanos e do bem-estar dos mais pobres precisa manter o guarda-roupa o mais longe possível do rosto de Che Guevara.” Os leitores ficarão ainda mais surpresos com o capítulo sobre Salvador Allende e o golpe que o derrubou do governo do Chile, em 1973. Leandro Narloch e Duda Teixeira afirmam que, como Allende foi substituído pela cruel ditadura de Augusto Pinochet, acabou ganhando a aura de defensor heróico da democracia e da liberdade. Os autores mostram, no entanto, como o governo de Allende criou um caos econômico e institucional no Chile, a ponto de o Congresso do país e os órgãos máximos da Justiça declararem a ilegalidade daquela administração. Ironicamente, quem cumpriu a ordem de derrubar o presidente foi Pinochet, um general que haviasido promovido pelo próprio Allende um ano antes, contente com a eficiência do militar ao atacar manifestantes e grevistas. “Sem a sua ajuda e a do New York Times, a revolução em Cuba jamais teria acontecido.” Essa frase, por mais inusitada que possa parecer, foi pronunciada por Fidel Castro, apontando para a foto de Herbert Matthews, jornalista americano que o entrevistou e afirmou em sua matéria que o programa do “señor Castro” era “radical, democrático e, portanto, anticomunista”. A entrevista transformou o revolucionário em herói nacional, eliminando qualquer outro grupo que se opusesse à sua luta – e Matthews, tempos depois, quando o ditador se assumiu publicamente como leninista-marxista, virou alvo da chacota dos colegas. O que dizer então daorigem do termo marijuana, usado para designar a maconha? E quem poderia adivinhar que Pancho Villa, figura histórica do México, dependeria tanto dela para fazer sua revolução? Os homens do bando de Villa gostavam de usar a erva para relaxar depois das batalhas. Já o termo marijuana foi criado intencionalmente para fazer referência aos mexicanos. Depois de os homens de Villa tomarem afazenda do magnata da imprensa americana William Randolph Hearst, ele usou a página 20 de seus jornais para a represália. Como as palavras cannabis e hemp estavam proibidas, Hearst deu início a uma companha contra uma tal de marijuana. Até hoje a maconha nos Estados Unidos é relacionada aos imigrantes que cruzam a fronteira. A rixa no futebol dos argentinos com os brasileiros, muitas vezes, é creditada pelos jornalistas brasileiros à arrogância dos hermanos. Mas como não ser arrogante se em 1920, Buenos Aires já era a maior cidade da América Latina e a terceira do continente, atrás apenas de Nova York e Chicago? Para completar, em termos de renda per capita e reservas de ouro, o país ficava à frente dos Estados Unidos, da Inglaterra e só um pouquinho atrás da França. Outros tempos. A realidade é que ainda hoje a Argentina luta para consertar os resultados das ações inconsequentes de um certo presidente Juan Perón. Essas e outras histórias são reveladas por Leandro Narloch e Duda Teixeira em Guia politicamente incorreto da história da América Latina. Ao desvendar a obra, os leitores terão a sensação de que quase tudo o que aprenderam sobre história da América Latina estava errado.

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Por que gostamos de história

Nota: 7

As narrativas históricas fascinam. Desde crianças as amamos. Mais tarde trocamos histórias pela História, tentando nos situar no presente, a partir de uma compreensão de nossas raízes culturais, étnicas e familiares. Com maestria e boas doses de ironia, Jaime Pinsky mostra como a História é capaz de explicar o aqui e agora. Em assuntos que vão da situação internacional até os buracos na rua de casa, passando por cultura e educação, ele nos delicia com um texto claro, que busca a interlocução com o leitor, mas se recusa a ser banal. Como ele mesmo afirma, “A História não é como a estatística que, devidamente manipulada, diz o que queremos. Mesmo assim há quem insista em torturá-la, exigindo que ela confesse crimes que não cometeu.” Neste livro, a História se revela com espontaneidade e alegria, sem ser torturada.

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Como se relacionar bem usando a Comunicação Não Violenta

Nota: 10

Usando como base a Comunicação Não Violenta, criada pelo psicólogo Marshall Rosenberg, este livro apresenta uma transformadora maneira de entender as relações humanas.

Thomas D’Ansembourg oferece exemplos reais e ferramentas práticas para você se expressar de maneira positiva, respeitando os próprios desejos e evitando cair na armadilha da agressividade ou da generosidade excessiva.

Essa abordagem é útil na resolução de conflitos entre casais, familiares, amigos e colegas de trabalho, pois encoraja o autoconhecimento e a criação de relacionamentos mais verdadeiros, íntimos e equilibrados.

Adotar a Comunicação Não Violenta lhe dará a oportunidade de:

•   Se expressar com clareza sem se anular para corresponder às expectativas alheias.

•   Reavaliar sua linguagem e sua maneira de pensar para evitar conflitos desnecessários.

•   Respeitar a si mesmo e emitir suas opiniões sem precisar atacar ninguém.

•   Ser capaz de aceitar críticas sem deixar que elas abalem sua autoestima.

•   Assumir a responsabilidade por seus sentimentos e suas ações.

•   Remover as máscaras que usa para se proteger e esconder suas reais intenções.

•   Superar ideias preconcebidas e crenças condicionadas.

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Home Broker – Como Investir Em Acoes Via Internet

Nota: 1

Home Broker, Home Banking,Bovespa, Ações. . . O mundo dos investimentos vem se atualizando num misto de nova tecnologia com conhecimento de mercado. Nessas horas, não há nada melhor do que encontrar alguém que nos explique que passos dar, que decisões tomar, principalmente se somos leigos em um determinado assunto. Carlos Eduardo Andersen faz as vezes de guia nesse mundo fascinante que é o dos investimentos online. O autor apresenta de forma bastante didática tudo o que é englobado nesse universo, de que forma proceder, o que evitar, no que apostar, enfim, como andar com os próprios pés em um terreno que por horas parece bastante arenoso. Entre nesta nova tendência do mercado financeiro com o pé direito, com passo firme. Informe-se, e boa sorte!

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Sistemas ERP no Brasil (Enterprise Resource Planning). Teoria e Casos

Nota: 1.

Este livro é uma contribuição para a análise e o entendimento da adoção dos sistemas Enterprise Resource Planning (ERP) nas empresas. Reúne resultados de estudos de casos e pesquisas acadêmicas realizadas no cenário brasileiro. Os artigos que compõem esta coletânea foram elaborados por acadêmicos e pesquisadores de algumas das mais renomadas instituições de ensino brasileiras, a maioria deles com sólida experiência prática na área de TI. Os Enterprise Resource Planning (ERP) são Sistemas de Informação adquiridos na forma de pacotes comerciais de software que integram dados dos sistemas de informação transacionais e dos processos de negócios de uma empresa. A adoção de um sistema ERP determina mudanças amplas na organização, que exigem investimentos e esforços significativos. Ela também afeta diretamente a área de TI, exigindo novos entendimentos e novas formas de gestão da tecnologia. Esses sistemas impactam as organizações com reflexos amplos que precisam ser gerenciados. O conhecimento de seus impactos para as organizações é essencial, bem como de suas características e aspectos ligados à sua implementação. Além disso, os sistemas ERP também começam a ser utilizados em médias e pequenas empresas, o que aumenta a importância dos conhecimentos citados para os profissionais da área de TI e acadêmicos.

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